Saudações colegas blogueiros,
Entre estudos e pesquisas, descobri a distinção entre Calipso - ritmo caribenho - e Calypso - ritmo que conhecemos em nosso país. Aqui, a mistura do caribenho com o brega gerou o Calypso liderado por Joelma e Chimbinha. No caribe, o ícone do ritmo fica por conta de Harry Balafonte, onde poderão ver no vídeo postado neste cantinho que é nosso. Lá o nome é grafado com "i" ao invés de "y", conforme somos acostumados ver na mídia.
Apreciem e comentem.
Beijos,
Elisangela Gama.
Este blog se destina a convidar colegas de coordenação para interagirmos nossas experiências e principais anseios surgidos em nossa atuação profissional. Também é destinado a educadores sedentos de embasamento teórico-prático e suporte pedagógico para a sala de aula.
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Interagindo...
“A Educação que Temos, a Educação que Queremos”
"Literatura Infantil"
Neste período letivo de 2011, tivemos dois momentos de semana pedagógica: primeiro ficou sob a responsabilidade da Secretaria da Educação do Município de Gandu; depois sequenciamos nas próprias Unidades Escolares.
Como no ano passado recebemos muitas literaturas do MEC e com verbas do PDE também adquirimos algumas obras, mais especificamente sobre valores e boas maneiras, decidimos acoplar em nossa proposta uma breve discussão e socialização sobre Literatura Infantil e análise de imagens. Nosso objetivo consistiu em oferecer subsídios para explorar mais ricamente textos em imagens, além da produção textual a partir de análise de gravuras e fotografias.
No final do slide apresentado, colocamos cinco imagens, sendo que as três últimas são fotografias de um mesmo espaço (anexo no blog), nos Estados Unidos, sendo fotografadas em estações distintas. Quisemos com isto propor uma atividade vivencial com docentes, e posteriormente com discentes, no sentido de identificarem sem interferência possíveis semelhanças e diferenças nas imagens, seguindo de análise das condições climáticas do ambiente. Interessante que durante a explanação, os docentes tiveram focos diferenciados ao analisarem a imagem, lembrando que discutimos muito sobre a questão do erro e da liberdade de análise durante a aplicação da atividade com o corpo discente.
Também segue as principais propostas de atividade que foram propostas, disponibilizadas e em parte vivenciadas. Infelizmente não consegui adicionar mensagens trabalhadas nos dois dias.
Outro aspecto que considero relevante também sinalizar foi com relação as literaturas. Selecionamos todas as literaturas em montantes: história em quadrinhos, texto narrativo, texto-teatro, texto em imagem, poema. Depois de explorarmos as sugestões, dividimos a turma em grupos e cada um tinha que realizar uma nova proposta de atividade com um tipo de texto, para socialização subsequente.
Como coordenadora pedagógica, considerei o trabalho relevante, além de muito significativo. Para este ano, já está em andamento um projeto de empreendimento com a temática Literatura Infantil, sugestão proposta pelos próprios docentes.
Elisangela Gama
Coordenadora Pedagógica
Utilizamos este vídeo, ESTUDO ERRADO, de Gabriel o Pensador, como sensibilização, durante atividades propostas.
Anexo da reportagem - 1ª parte
ESCOLA MUNICIPAL ELÓDIA VELLÔSO DE SOUZA 11.02.2011
DIREÇÃO: Auzeni de Andrade Souza
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: Elisangela Gama
PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES LEITORES
Tema Gerador: Sou leitor, formo leitores
Objetivos:
- TDiscutir orientações didáticas para o trabalho a partir do livro Salada, Saladinha: parlendas: leitura de textos memorizados.
- Explicitar objetivos e conteúdos de aprendizagem envolvidos no trabalho com leitura e combinar a organização da sala de leitura na escola.
- Informar sobre as ações do diretor, visando apoiar ações de fomento à leitura na escola.
Conteúdos:
- O trabalho com os textos em diversos gêneros.
- Comportamento dos leitores envolvidos na roda de leitura – educadores e educandos.
Estratégia:
- Análise do material de apoio referente ao texto do livro Salada Saladinha - anexo.
Desenvolvimento:
- Abertura: leitura
- Apresentação da pauta.
- Apresentação do vídeo do PROFA, Textos que se sabe de cor: as condições didáticas para a leitura pelas crianças.
- Planejar uma pauta de reunião com os professores cujo enfoque seja o planejamento de uma roda de leitura a partir dos textos memorizados.
Recursos:
Vídeo do PROFA; literaturas em diversos gêneros já presentes na escola; DVD ou Notebook; Datashow; caneta; papel ofício e pautado.
Avaliação
Ø Avaliação das ações da proposta aqui descrita a partir dos objetivos iniciais e expectativas.
Ø Informar sobre as ações que a direção está planejando, pautar para o próximo encontro o planejamento de ações conjuntas com o diretor.
PARA FACILITAR O ENTENDIMENTO SOBRE OS GÊNEROS:
Habilidades de leitura
Narrativo
- Estabelecer relação entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a sua continuidade
- Reconhecer os recursos empregados para assinalar a transcrição da fala da personagem
- Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa
- Reconhecer efeitos de ironia ou humor em textos variados
- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de pontuação e de outras notações
- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de uma determinada palavra ou expressão
Informativo
- Localizar informação explícitas no texto
- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão
- Identificar o tema de um texto
- Identificar a finalidade de um texto de acordo com o seu gênero
- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de uma determinada palavra ou expressão
Poema
- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão
- Reconhecer o efeito de sentido obtido a partir do tratamento da sonoridade e da linguagem figurada
Notícia
- Localizar informação explícita no texto
- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão
- Identificar o tema de um texto
- Identificar a ordem seqüencial dos procedimentos ou fatos
- Distinguir um fato da opinião relativa a este fato
Propaganda
- Inferir uma informação implícita no texto
- Interpretar, integrando texto e recursos gráfico-visuais
- Identificar a finalidade de um texto de acordo com o seu gênero
- Reconhecer o efeito de sentido obtido a partir do tratamento da sonoridade e da linguagem figurada
Instrucional
- Inferir uma informação implícita no texto
- Identificar a ordem seqüencial dos procedimentos ou fatos
HQ
- Interpretar, integrando texto e recursos gráfico-visuais
- Reconhecer os recursos empregados para assinalar a transcrição da fala da personagem
- Reconhecer efeitos de ironia ou humor em textos variados
- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de pontuação e de outras notações
Gráfico
- Localizar informação explícita no texto
- Interpretar, integrando texto e recursos gráfico-visuais
ANEXOS:
As Formigas e a Pena
Uma formiga, que caminhava perdida sobre uma folha de papel, viu uma pena que desenhava traços negros e finos.
-Que maravilha! - exclamou.- Que coisa notável! Tem vida própria e faz garatujas nesta bela superfície a ponto de poder equiparar-se aos esforços conjuntos de todas as formigas do mundo. E que rabiscos faz! Parecem formigas, milhões de formigas trabalhando juntas!
Contou seu pensamento a outra formiga, que ficou igualmente interessada e elogiou os poderes de observação e de reflexão da primeira.
Mas outra formiga disse:
-Valendo-me de seus esforços, devo admiti-lo, tenho observado esse estranho objeto. Mas cheguei à conclusão de que não é ele que impulsiona seu trabalho. Você cometeu o erro de não observar que a pena está ligada a outros objetos que a rodeiam e a conduzem. Esses devem ser considerados como a origem do movimento, acredite.
Desse modo as formigas descobriram os dedos.
Desse modo as formigas descobriram os dedos.
Passado algum tempo, outra formiga caminhou sobre os dedos e percebeu que faziam parte da mão, que explorou total e minuciosamente, ao estilo das formigas, esquadrinhando-a toda. Voltou então para junto de suas companheiras e gritou-lhes: - Formigas! Tenho importantes notícias para vocês. Aqueles pequenos objetos fazem parte de outro muito maior. E este é que realmente move tudo. Depois descobriram que a mão estava ligada a um braço e o braço a um corpo; que não existia uma, e sim duas mãos; e que existiam dois pés, que não escreviam. As investigações prosseguiram. Assim, as formigas chegaram a ter uma ideia adequada da mecânica da escrita. Através de seu método de investigação costumeira, entretanto, nada conseguiram saber a respeito do sentido e da intenção da escrita, nem sobre como, finalmente, eles eram determinados: as formigas não sabiam ler nem escrever.
Esse conto criado há séculos atrás consta de um livro sufi (Histórias daTradição Sufi - Edições Dervish) em que a preparação utilizou a compilação de histórias que mantiveram preservadas suas estruturas e conteúdos originais.
Colaboração Osmar (oam)
domingo, 30 de janeiro de 2011
Olá colegas,
Como temos a poesia no coração, presenteio-lhes com este link contendo Caixa de Hai Kai.
Assim como eu, espero que gostem.
Beijos...
http://www.seabra.com/cgi-seabra/haikai/randtxt.pl/haikai.html
Como temos a poesia no coração, presenteio-lhes com este link contendo Caixa de Hai Kai.
Assim como eu, espero que gostem.
Beijos...
http://www.seabra.com/cgi-seabra/haikai/randtxt.pl/haikai.html
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Indisciplina na sala de aula
Indisciplina na sala de aula O que é, como ocorre, motivos e atitudes para evitar, regras na sala de aula, sugestões
Aulas estimulantes ajudam a combater a indisciplina
Há 30 anos atrás este problema praticamente não existia. As escolas do passado seguiam um sistema tradicional, exigindo dos alunos um comportamento quase militar. Quando ocorriam atitudes de indisciplina, os castigos, muitos deles físicos, eram aplicados.
Porém, muita coisa mudou nestes 30 anos e hoje a escola não adota mais uma postura repressiva e violenta. Estamos numa época de valorização da democracia, cidadania e respeito. Cabe a escola levar estes princípios à sério dentro do seu projeto pedagógico. Então, como acabar ou diminuir a indisciplina em sala de aula, objetivando melhorar as condições de aprendizado dos alunos?
Primeiramente, o professor deve identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos e estabelecer um diálogo pode ajudar muito neste sentido. Muitas vezes, a indisciplina ocorre porque os alunos não entendem o conteúdo ou acham as aulas cansativas. Nestes casos, o professor pode modificar suas aulas, adotando atividades estimulantes e interativas. Esta atitude costuma gerar bons resultados.
Em outras situações, a indisciplina ocorre a partir de uma situação de conflito e enfrentamento entre alunos e professor. Neste caso, o professor deve buscar conversar e ouvir os alunos. Cabe ao professor desfazer o clima de conflito e solucionar a situação.
Uma outra boa sugestão é criar algumas regras comuns para o funcionamento das aulas. O professor pode fazer isso com a ajuda dos próprios alunos. Dentro destas regras podem constar: levantar a mão e aguardar a sua vez antes de perguntar ou falar, fazer silêncio em momentos de explicação, falar num tom de voz adequado, etc.
Com estas e outras atitudes, o professor vai ganhar o respeito de seus alunos. Este respeito é uma porta aberta para, através do diálogo com os estudantes, buscar soluções adequadas para melhorar as condições de aula na escola.
Primeiramente, o professor deve identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos e estabelecer um diálogo pode ajudar muito neste sentido. Muitas vezes, a indisciplina ocorre porque os alunos não entendem o conteúdo ou acham as aulas cansativas. Nestes casos, o professor pode modificar suas aulas, adotando atividades estimulantes e interativas. Esta atitude costuma gerar bons resultados.
Em outras situações, a indisciplina ocorre a partir de uma situação de conflito e enfrentamento entre alunos e professor. Neste caso, o professor deve buscar conversar e ouvir os alunos. Cabe ao professor desfazer o clima de conflito e solucionar a situação.
Uma outra boa sugestão é criar algumas regras comuns para o funcionamento das aulas. O professor pode fazer isso com a ajuda dos próprios alunos. Dentro destas regras podem constar: levantar a mão e aguardar a sua vez antes de perguntar ou falar, fazer silêncio em momentos de explicação, falar num tom de voz adequado, etc.
Com estas e outras atitudes, o professor vai ganhar o respeito de seus alunos. Este respeito é uma porta aberta para, através do diálogo com os estudantes, buscar soluções adequadas para melhorar as condições de aula na escola.
E então colegas de coordenação e docência, consideram relevante as sugestões aqui propostas, ou vocês consideram que este contexto está distante de nossa realidade?
Que outra sugestão você pode nos apresentar que já vivenciou e que deu certo?
Aguardo as contribuições e comentários. Beijos...
Assinar:
Postagens (Atom)


